

Negrite suas esquisitices
- Você come ketchup puro
- Você faz careta na frente do espelho
- Você fingia que guaraná era cerveja
- Você já sonhou que tinha morrido
- Você fala sozinho(a)
- Você já ensaiou uma discussão
- Você já se preocupou com o que vão fazer com o seu tumblr se você morrer
- Você fica rodando nas cadeiras giratórias
- Você já imaginou a sua vida se você fosse outra pessoa
- Você já achou que tinha câmeras escondidas em sua casa
- Você deu tchau para uma câmera de segurança
- Você já evitou algum pensamente porque achou que a pessoa do seu lado lia mentes
- Você já imaginou a sua vida se você fosse famoso(a)
- Você já fingiu dar um autografo assinando alguma coisa
- Já ensaiou uma explicação para dar a sua mãe
- Já quis viajar no tempo
- Já pensou em fazer um horcrux
- Já pensou que era um alienígena
- Já latiu para um cachorro
- Já miou para um gato
- Já pensou que o mundo fosse acabar
- Já quis brigar na rua, mas ficou com medo
- Já imaginou algum personagem correndo do lado de fora do carro
- Já teve medo do carro explodir no posto de gasolina
- Já deixou de reblogar um post com medo que seus pais vissem
‘Como é o amor?’’ Perguntei a mim enquanto olhava fixamente para céu. Pensei, repensei, fiquei tentando chegar a uma conclusão exata de como era esse sentimento chamado amor. Não conseguia pensar em mais nada, a não ser o seu sorriso. Era só a sua imagem que vinha em minha mente quando pensava nesse sentimento. Só conseguia ver o amor do modo como eu agia todos os dias ao pensar em você, ao dormir com os pensamentos em uma única pessoa e acordar com esse mesmo pensamento. O amor deve ser isso mesmo, ter alguém invadindo os seus sonhos no meio da noite, passar o dia todo pensando em alguém, não ter mais nada ocupando a sua mente a não ser ‘‘aquela’’ pessoa. Eu fiquei pensando em como seria o tal do amor… Mas a única coisa que eu pensava era em você. Eu ficava pensando em todos os nossos planos, nos momentos que passávamos juntos, em como eu sorrio ao te ver sorrindo. Te via milhares de vezes e por incrível que pareça eu não conseguia ver nenhum defeito em você, isso é normal? Será que isso é o amor? Eu só conseguia ver perfeição em cada gesto seu, em cada palavra eu via doçura. Talvez o amor seja mesmo isso, você saber que ninguém é perfeito, mas continuar vendo a perfeição ‘‘naquela’’ pessoa. O seu sorriso imperfeito, que me faz tremer.. aqueles apelidos que você me deu que me fazem sorrir toda vez que os escuto. O seu abraço, que sem querer.. ficou eternizado em mim, o sinto sem estar ao seu lado… sem te tocar. O jeito como você não sai do meu pensamento. Cheguei a conclusão, que o amor, pelo menos pra mim… é você
Ele… ele era o tipo de garoto quieto, na dele… não recebia atenção, não recebia abraços e não era bonito, era o típico de garoto que é só mais um colega para muitos dentro do colégio. Ele era tímido… porém engraçado, não tinha nada de diferente, só amava demais… e isso acabava se tornando um defeito. Já sofreu de mais, mas nunca tirou o sorriso do rosto… certo.. era falso, mas tava ali e todos acreditavam. Ele encontrou na música um ponto de equilíbrio, escutava tanto pra ficar bem, quanto pra ficar mal… e também escutava pra encontrar ela… em pensamentos, mas o importante pra ele era que, por um segundo ele tinha ela ao lado, e isso o deixava feliz.
Ela… ela era aquele tipo de garota fora dos padrões, não tinha um corpo escultural, mas isso o fascinava… por que ela era diferente, o sorriso dela era lindo… e mesmo sendo fora dos padrões, ela era perfeita para ele. Não era safada, mas também não era totalmente santa… fazia gracinhas, o divertia. Ela era o tipo de garota tímida, e aquela sua timidez encantava… o abraço dela, nossa o abraço dela… é perfeito. E sabe, hoje em dia os dois são felizes, só pelo fato do outro existir, do outro o completar. Cada abraço, cada beijo.. parece que o espaço vazio entre os dedos dela, foram feitos sobre medida para ele colocar os dedos dele… os dois se encantaram, não pela beleza que viram do lado de fora, e sim pelo quão perfeito era o som acelerado dos seus corações, quando eles estavam juntos. (quase-heroi)